sexta-feira, 10 de julho de 2009

A civilização Grega - Repostagem



Oi Turma,
vamos iniciar mais uma aventura pela história da humanidade. Desta vez nosso destino será a Grécia, iremos em busca de novos conhecimento sobre esta civilização. A cultura deste povo influencia até hoje nossa sociedade, basta lembrarmos dos Jogos Olímpicos. Por falar nisso, este ano eles serão realizados na China.


Veja abaixo algumas informações sobre a Grécia.

Localização geográfica: Europa Meridional

Área: 131 990 km2

População: 10 662 138 habitantes (1998)

Taxa de urbanização: 62%

Capital: Atenas

Outras cidades importantes: Thessaloníki, Vólos e Pátrai

Regime político: República multipartidária

Unidade monetária actual: Euro

Unidade monetária anterior: Dracma

Língua oficial: Grego

Religião maioritária: Ortodoxa oriental


Mas, quando e como surgiu esta civilização?
Como se organizavam politicamente?
Busque a resposta para esta pergunta clicando no mapa abaixo,ele os levará ao encontro de muitas informações legais sobre a Grécia.
Além das respostas para as perguntas acima, busque informações sobre a religião, a educação e a filosofia grega. Não se esqueça de registrar em seu caderno.



Curiosidade:
Você sabia que na Grécia Antiga já existia robôs?
Para saber mais, clique AQUI

A Mitologia Grega:
Clique no Minotauro para saber mais sobre a Mitologia Grega.


A Filosofia Grega:
"Nenhum jovem deve demorar a filosofar, e nenhum velho deve parar de filosofar, pois nunca é cedo demais nem tarde demais..."
Epicuro (Filósofo Grego)


Mas qual é a diferença entre Mitologia e Filosofia?
Busque a resposta assistindo ao vídeo abaixo:

quarta-feira, 1 de julho de 2009

VISITA AO MUSEU DE GUIMARÃES ROSA - 30/06/2009

"Só se pode viver perto do outro,
e conhecer a outra pessoa,

sem perigo de ódio, se a gente tem amor".

Grande Sertão:veredas
Guimarães Rosa


Fizemos um passeio muito legal junto com os alunos da 6ª, 7ª e 8ª séries, fomos até a cidade de Cordisburgo, terra natal do escritor Guimarães Rosa e visitamos a casa onde ele viveu e hoje foi transformada em um museu.


Esta é a casa onde Guimarães Rosa viveu e hoje é um museu


Agora vamos apresentar as dependências do museu:

Aqui fomos orientados por guias que nos mostraram as
dependências da casa e alguns objetos pessoais do escritor



Ouvimos atentamente contadores de história
apresentarem trechos da obra de Guimarães Rosa




Professora Élcia e professor Licínio


No museu existe uma típica "Venda", isto é,
um típico estabelecimento comercial do passado, muito comum nas
cidades do interior de Minas Gerais.
Aproveitamos para
comprar algumas lembrancinhas


Mas nosso passeio não terminou por aqui,
depois fomos visitar a Gruta de Maquiné,um lugar incrível.
Este será o tema de nossa próxima postagem. Aguardem!

Arraial do CEPFS - 19/06/2009

No dia 19 de junho foi realizado na AABB de Pitangui/M.G. o Arraial do Centro Educacional "Professor Francisco Saldanha" (CEPFS). A festança foi muito divertida, com Casamento na Roça, quadrilhas, forró, muitas barracas com brincadeiras e guloseimas e a presença de muita gente bonita, inclusive os alunos da 5ª Série. Veja como foi.




sexta-feira, 29 de maio de 2009

Conhecendo o Antigo Egito.




Oi turma,

na próxima semana iremos iniciar os estudos de um novo capítulo, que trata sobre o Antigo Egito. Nele conheceremos um pouco de sua organização política, econômica e social, mas antes quero convidá-los para uma pequena viagem virtual por este enigmático país, berço de uma das primeiras civilizações da humanidade. Vamos nessa?

Em nossa viagem teremos a ajuda de algumas ciências auxiliares da História. Nossa primeira companheira será a Geografia. Vocês sabem onde se localiza o Egito? Vou Ajudá-los. Leia as informações e observe os mapas abaixo:



EGITO

Localizar no tempo a civilização egípcia. :
Entre o 3º e 2º milénio a.C. no vale do Nilo.

Localização geográfica:
- Nordeste da África
- Margens do rio Nilo


Condições naturais:

“O rio Nilo com cheias periódicas que os antigos egípcios consideravam uma bênção divina. O rio era divinizado. Sendo o Egipto muito seco e de poucas chuvas, era para os antigos incompreensível a ocorrência de cheias que eram devidas às chuvas, nas regiões onde o rio se formava, na África Central”




Tudo relacionado ao Antigo Egito ainda desperta a curiosidade de muita gente. Aqui no Brasil, desde 2006, várias exposições sobre este tema têm ganhado os espaços dos museus e até mesmo dos shoppings. Assista o vídeo abaixo e veja uma destas exposições, realizada no sul do Brasil em 2006.


FONTE: YOU TUBE

A civilização egípcia é mesmo muito interessante.
Dá vontade de saber mais sobre ela, concordam?
Clique na Esfinge para conhecer mais detalhes sobre o Antigo Egito.
Em nosso próximo encontro, em sala de aula, conversaremos mais sobre este tema, estejam preparados.







Os egípcios também contribuiram para o desenvolvimento da matematica.
Clique aqui para saber mais sobre esta história. Você vai conhecer as formas usadas por este povo para efetuar cálculos. Tenho certeza que você vai gostar. Depois, comente com sua professora de matemática o que você aprendeu.



Além das informações acima estou postando algumas informações que uma visitante de nosso blog, a Marília, lá de Uruguaiana, Rio Grande de Sul, nos mandou.
Desde já agradecemos a colaboração da Marília. Valeu amiguinha!
Um abraço também para o professor dela, o Professor Alcir.

Então vamos ler as informações que nossa amiguinha do sul nos enviou e registrar no caderno o que achar mais interessante. Em sala de aula iremos conversar a respeito destas informações, combinado? Então vamos lá. Bom trabalho a todos.


"O Nilo é um dos rios mais extensos do mundo, percorrendo 6.696km através do nordeste da África. Nasce perto da linha do Equador e corre para o norte, em direção ao Mar Mediterrâneo. Recebendo as águas das chuvas que caem nas suas nascentes, localizadas na África Equatorial e na Etiópia, o rio Nilo provocava anualmente no Egito uma inundação, entre julho e novembro, depositando sedimentos que tornavam as margens de terra extremamente férteis, muito propícias para os cultivos agrícolas. O famoso viajante grego Heródoto, que esteve no antigo país dos faraós por volta do ano 450 a.C., afirmou em sua História a célebre frase que define a importância do rio: O Egito é uma dádiva do Nilo. Embora não ocorram mais as cheias naturais devida à barragem de Aswan, construída na década de 60, os camponeses do Egito ainda hoje cultivam o solo aproveitando as águas do rio, que se mantém vital para a economia agrícola do país.

Viajando pelo Nilo abaixo ainda podemos ver as plantações nos mesmos moldes que os antigos utilizavam.
Alguns projetos de irrigação com bombas modernas auxiliam os agricultores locais a obterem melhores resultados de suas colheitas, permitindo que a área fértil de terra seja mais bem aproveitada.

Foi aproveitamento das cheias do Nilo que determinou a ocupação do Egito por comunidades agrícolas ( os nomos ) desde pelo menos 6000 a.C. Já nesse momento firmaram-se as bases que por séculos acompanhariam todo o desenrolar da história egípcia antiga: prática da agricultura como eixo da vida econômica e campesinato como maior parcela da sociedade.
Das águas do Nilo também prosperam até hoje o cultivo de papiros e a olaria ( fabricação de tijolos e potes de barro) que ainda são confeccionados no antigo estilo egípcio , feito a mão.

Os antigos egípcios denominavam o Nilo simplesmente de o rio. Caráter sagrado era porém relacionado às cheias, consideradas como a manifestação de um deus, Hâpi. No início da inundação era a ele dedicado um festival, momento em que se entoavam nos templos interessantes hinos, glorificando a prosperidade do país oriunda das cheias. O nível das inundações era minuciosamente registrado. Para fazer isso, construíam nos templos o que hoje os egiptólogos denominam de nilômetros. Uma vez determinado o nível da cheia do rio, era possível se prever o aproveitamento das terras cultiváveis, a quantidade de cereal produzido e os impostos que sobre ele incidiriam. Uma boa colheita dependia de uma cheia adequada: muito baixa significava carestia, muito alta, devastação.

Em geral o Nilo subia de 6 a 7 metros, e o ciclo de suas inundações serviu de base para o calendário egípcio. Este compunha-se de três estações com 4 meses de trinta dias cada uma, totalizando 360 dias, aos quais se adicionavam outros 5 dias complementares: Akhit, época da inundação, entre julho e novembro; Peret, a chamada (saída) ou vazante do rio, com o reaparecimento da terra cultivável do seio das águas, época de semeadura, entre novembro e março; Shemu, a colheita, que acontecia de março a junho. O ano novo ocorria no dia 19 de julho, início da inundação, correspondendo com o aparecimento no céu da estrela Sirius, chamada Seped em egípcio. "

A Marília também nos enviou um texto sobre a mitologia egípcia, vamos lê-lo então.

Um dos mitos egípcios da criação do mundo é o da chamada (colina primordial), sem dúvida produto da mente de humildes camponeses. Segundo esse mito, nada existia no mundo a não ser uma massa de água. Dessas (águas primordiais), chamada Nun, surgiu um montículo de terra, a (colina primordial), na qual apareceu um deus, Temu, que passou a criar todas as coisas. Ora, esse mito é claramente uma observação das cheias feita pelos camponeses, um acontecimento que poderia ser visto todos os anos ao longo do vale do Nilo: depois da inundação, ao início da vazante, montículos de terra das margens, em nível superior ao das águas do rio, começavam a aflorar; nitidamente essa terra (brotava) das águas, suscitando nos camponeses a idéia que o mundo todo teria se originado da mesma maneira. Alguns deuses foram entao associados ao Nilo como o deus Hapi ( abaixo ) e tambem o Deus Khum o qual acreditava-se ter moldado os seres humanos com a lama do Nilo .